Concurso!

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Concurso!

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concurso do blog

[foto: Divulgação]

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Se você acompanha nossas redes sociais, notou que estamos de casa nova, que nosso site acabou de ficar pronto, que novos cursos estão com inscrições abertas e que nosso blog não tem nome. Pois é, com tudo isso acontecendo, deu um TILT e ainda não temos um nome. Por isso, a Esc. convida vocês a embarcarem numa jornada.
Preparem as malas, as mochilas e as lancheiras! Chequem seus pertences: o guarda-chuva da intertextualidade (check!), uma barraca cheia de referências (check!) e uma marmita com muita poesia (check!). Embarquem, então, no concurso da Esc.. Abrimos as portas e confiamos a vocês o cargo de entituladores do nosso blog. Isso mesmo: o concurso é para encontrar o nosso título.
E ele vai acontecer assim: do dia 15/04 ao dia 15/05, neste post aqui, você envia na caixa de comentário a sua ideia, junto com sua identificação (nome, sobrenome e e-mail), com o link do seu perfil do facebook e com o nome da sua cidade. Vamos analisar todas as sugestões de nomes e escolher a que mais se encaixe na proposta da escola.
Regras do jogo:
  1. A primeira regra do concurso da Esc. é: você pode falar do concurso da Esc.;
  2. Cada pessoa só pode mandar UMA sugestão;
  3. As sugestões de nomes para o blog devem ser enviadas na caixa de comentário deste post;
Premiação:
  1. O autor do nome escolhido vai ganhar 50% de desconto para o próximo curso de Redação Criativa da Escola de Escrita [que acontecerá dia 13 e 14 de junho, em Curitiba].
Enquanto esperamos a contribuição de vocês, seguimos o nosso último mês de coisa nova, recém feita. O Manoel explica bem:

Prefácio
Assim é que elas foram feitas (todas as coisas) —
sem nome.
Depois é que veio a harpa e a fêmea em pé.
Insetos errados de cor caíam no mar.
A voz se estendeu na direção da boca.
Caranguejos apertavam mangues.
Vendo que havia na terra
Dependimentos demais
E tarefas muitas —
Os homens começaram a roer unhas.
Ficou certo pois não
Que as moscas iriam iluminar
O silêncio das coisas anônimas.
Porém, vendo o Homem
Que as moscas não davam conta de iluminar o
Silêncio das coisas anônimas —
Passaram essa tarefa para os poetas.

Manoel de Barros

(Via Revista Bula )

Nos despedimos aqui e esperamos para ver todos serem poetas dando nome àquilo que não tem – para sempre ou por um comentário. Também aguardamos curiosos para ver o que traziam nas mochilas e daqui a pouco voltamos com o resultado da nossa jornada do título.
*Qualquer dúvida sobre o concurso e a premiação, entre em contato com a gente pelo facebook, twitter ou sinal de fumaça.